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Outubro Rosa: Conheça as histórias de duas servidoras que venceram o câncer

Atualizado em 21-10-2016 11:03h
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Ariana da Costa Pires sempre teve medo da doença. Lembrava da mãe, que também tinha sofrido com o câncer. Um dia, aos 32 anos, ao fazer o exame de toque no seio, sentiu um nódulo na mama esquerda. Marcou consulta e o diagnóstico veio certeiro. “A reação inicial é assustadora”, conta. “Mas descobrimos uma força interior que desconhecemos ter”.

 

Funcionária da GoiásFomento desde 2002, ela ficou afastada do trabalho por um ano para tratamento. Fez oito sessões de quimioterapia. Um dos momentos mais delicados foi quando começou a perder o cabelo.  Seis anos depois do diagnóstico, Ariana está livre da doença. Faz exames duas vezes por ano e destaca a importância de ter descoberto a doença cedo. “Quanto mais cedo o câncer for diagnosticado, maior a chance de cura”. Hoje, aos 38 anos, Ariana está casada e é mãe do pequeno Otávio, um milagre em sua vida. “Um dos médicos que fez cirurgia na minha mama disse que eu nunca poderia ter filho. Três anos depois o Otávio chegou, do meio mais natural possível”.

 

História semelhante teve a assistente administrativa da GoiásFomento, Sônia Mariza, 63 anos, colega de trabalho de Ariana. Em julho do ano passado, fazendo o autoexame, descobriu um pequeno caroço no seio. Uma consulta médica confirmou o diagnóstico que, só não foi pior, porque estava bem no início. “É importante prestar atenção no seu corpo”, recomenda.  “Seu corpo conta quando há algo diferente”. Da descoberta da doença até a cura foram três meses de tratamento. Passou por uma cirurgia e fez sessões de radioterapia. Não chegou a perder o cabelo. “Agradeço a Deus, à família e amigos”, diz, emocionada. “Todos os colegas de trabalho foram super carinhosos comigo, minha vontade de voltar a trabalhar era imensa e isto me ajudou na cura”. Em outubro do mesmo ano ela já estava de volta ao trabalho, curada. Faz exames de três em três meses. 

 

Segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar, órgão do Ministério da Saúde, são esperados 57 mil novos casos de câncer de mama neste 2016. Em cada 100 mil mulheres, 56 correm risco de desenvolver a doença. Este tipo de câncer é o mais frequente nas mulheres. Aqui, na Região Centro Oeste, a cada 100 mil mulheres, em torno de 55 mulheres correm risco. Na região Norte do País, a incidência é menor: 22 mulheres em cada grupo de 100 mil. 

 

Durante todo este outubro, a GoiásFomento tem intensificado o alerta às suas funcionárias sobre o risco da doença. Como parte da Campanha Outubro Rosa, todos são convidados a vestir uma peça rosa toda sexta-feira deste mês. 


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