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GoiásFomento opera com linhas acessíveis

Atualizado em 03-10-2016 16:11h
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A microempresária Flávia Maria de Oliveira tem uma loja de variedades no Centro de Aparecida de Goiânia há 12 anos. Abriu o negócio logo depois de deixar o emprego em uma lotérica. Pegou o acerto e, aproveitando um ponto que a mãe já tinha na cidade, montou a loja de presentes. O primeiro empréstimo na GoiásFomento veio seis anos depois da abertura. Conseguiu R$ 16 mil que foram aplicados na compra de mercadorias para a venda. Hoje já está no seu quinto contrato. “Todas as vezes que precisei fui muito bem atendida”, elogia Flávia. “Eu até conseguiria empréstimo em bancos privados mas os juros seriam bem mais altos e as condições não seriam tão atrativas como é na GoiásFomento”, ressalta.“Além disto, ainda consegui ali suporte com informações para que eu aplicasse corretamente os recursos que eu tinha até então”.

 

Flávia está entre as milhares de clientes que buscam a GoiásFomento quando querem estruturar seu negócio. A instituição foi criada em 1999, quando, com o fechamento do Banco do Estado de Goiás (BEG), o governo estadual viu a necessidade de apoiar os empreendedores. Começou a operar um ano depois e hoje é essencial na viabilização de investimentos para o pequeno empreendedor. Ela oferece linhas de crédito para diversos setores. Há opções para profissionais liberais, mototaxistas, taxistas, feirantes, pequenos empresários e empresários individuais. “Muitas vezes por desconhecer estas linhas e não saber como conseguir o crédito o empreendedor não consegue crescer”, diz Henrique Tibúrcio, presidente da GoiásFomento. “O serviço que prestamos é muito importante porque impulsiona as empresas, o que reflete na geração de emprego, renda e na movimentação da economia local”.

 

Para conseguir o crédito é preciso cumprir algumas exigências (clique aqui e veja documentação): além de comprovar a capacidade de crédito, é necessário estar em dia com a documentação pessoal e jurídica. “É essencial que o empreendedor já tenha um projeto de viabilidade técnica do seu projeto e um plano de negócios com previsões de gastos”, alerta o diretor-financeiro da GoiásFomento, Alair Rocha. “Na GoiásFomento temos um posto do Sebrae que pode ajudá-lo a planejar e  executar seu negócio”. Quem vai pleitear o Crédito Produtivo, uma das linhas da instituição,  ainda precisa fazer um curso realizado pela Secretaria de Desenvolvimento, em parceria com o Sebrae. Importante ressaltar que a participação no curso, por si só, não dá direito ao financiamento. É um pré-requisito para pedir o empréstimo, que vai até R$ 30 mil, com juros mensais de 0,8%.

 

O diretor de Operações, Guto Medeiros, lembra que a instituição estuda constantemente soluções para melhorar as condições de acesso a financiamentos para micro e pequenas empresas. “As Agências de Fomento têm um impacto importante no desenvolvimento de determinada região e, em Goiás, a instituição não abre mão de avaliar o mercado e viabilizar a criação de novas linhas”, diz. 

 

Para conhecer mais sobre a GoiásFomento, acesse www.goiasfomento.com ou siga a instituição nas redes sociais: @goiasfomento (no Twitter e Facebbok ) e @goiasfomento.oficial (Instagram). 

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