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Fomento ao turismo sustentável é meta da Goiás Turismo

22-03-2013 17:08h
Fomento ao Turismo Sustentável

A Goiás Turismo espera captar até o final deste ano o valor de U$ 132,5 milhões do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), via Prodetur, o programa de desenvolvimento do turismo criado pelo Governo Federal para permitir a expansão da atividade turística de forma planejada, a partir da definição de estratégias de atuação previamente definidas. O valor será aplicado no fomento do turismo sustentável em Goiás, consolidando o fluxo turístico no Estado. Para isso, a diretoria do Prodeturem Goiás trabalha focada nas missões impostas pelo Ministério do Turismo (MTur). O objetivo é atender todas as demandas do BID para que o financiamento seja liberado. Os resultados deste trabalho já estão aparecendo. 

 

O diretor do Prodetur em Goiás, Nelson Henrique de Castro Ribeiro (foto), explica que a diretoria já avançou bastante nas missões impostas pelo Ministério do Turismo (MTur) para a captação do empréstimo. O primeiro passo foi a transformação da gerência do Prodetur em diretoria. Feito isso, a recém-criada diretoria doProdetur em Goiás teve como foco a definição e criação dos cinco polos turísticos de Goiás e das ações que devem ser implantadas em cada um deles: Águas Termais; Eventos e Negócios; Chapada dos Veadeiros; Ouro eAraguaia. As ações, que foram sistematizadas e validadas pela população local de cada polo, integram os Planos de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável (PDITS), elaborados pela Goiás Turismo. 

 

Os PDTIS de três polos turísticos já foram aprovados pelo MTur. Os planos de desenvolvimento dos outros dois polos, que são o do Ouro e do Araguaia, estão em análise e devem ser aprovados até o final deste mês, cumprindo, assim, mais uma etapa do processo para a captação do empréstimo. “O Ministério do Turismo nos dá o respaldo para que consigamos atender todas as demandas do órgão financiador, que é o BID. O ministério vem com as missões e a nossa equipe trabalha focada para atender a todas elas. Já transformamos a gerência do Prodetur Goiásem diretoria e criamos os PDITS dos cinco polos turísticos. Temos uma equipe altamente técnica e competente. Isso nos dá segurança e a certeza de que vamos conseguir cumprir todas as exigências para captar os recursos do BID até o final deste ano”, afirma Nelson.

 

A gerente-técnica do Prodetur em Goiás, doutora em Turismo e professora da PUC Goiás Eliane Lopes Brenner (foto), destaca que os recursos do BID serão investidos nas áreas de infraestrutura; fortalecimento institucional; estruturação do produto turístico; divulgação e comercialização; e gestão ambiental de cada um dos cinco polos. “Cada área tem um peso diferente na planilha de investimento de acordo com a necessidade de cada polo. Tudo o que está nos PDITS foi identificado junto à comunidade local e validada por ela”, explica. Nos três PDITS já aprovados, as ações vão desde a capacitação do profissional de turismo até a criação de toda a infraestrutura necessária para tornar o negócio turístico sustentável, como a ampliação da rede de coleta de esgoto e de fornecimento de água, construção de aterro sanitário e expansão de subestações de energia.

 

No Polo das Água Termais, por exemplo, investimentos serão feitos para implantação de melhorias de infraestrutura no Parque Estadual Serra de Caldas Novas, ampliação da rede de coleta e Estação de Tratamento de Esgotos, implantação de aterro sanitário e construção de rodoviária em Rio Quente. O Polo da Chapada dos Veadeiros vai receber, entre outras iniciativas, a implantação de sistema de esgotamento sanitário no município, a construção de calçamento e drenagem urbana na Vila São Jorge e a melhoria dos acessos aos atrativos turísticos naturais e culturais do município. Para o Polo de Eventos e Negócios, que engloba Goiânia e região, estão previstos transporte diferenciado para os visitantes e capacitação profissional para a gestão pública do turismo.

 

Eliane faz questão de enfatizar que a verba do BID deve ser usada em cinco anos e terá um rigoroso acompanhamento. “Esta é uma verba carimbada, com uma prestação de contas rigorosa e uma fiscalização criteriosa das obras”. Para que Goiás receba o empréstimo, é preciso também uma contrapartida do Estado de 20% do valor.  Ainda de acordo a gerente-técnica do Prodetur Goiás, o Governo está trabalhando para garantir esse recurso. O resultado esperado após o investimento é a consolidação do fluxo turístico no Estado. “Com as ações previstas nosPDITS, nós vamos fortalecer a infraestrutura do polo para receber os turistas, que vão encontrar um recurso turístico estruturado. Além disso, esse polo e todos os seus atrativos estarão sendo amplamente divulgados. Paralelamente a essas ações, a gestão pública, que está sendo preparada desde agora, e a gestão ambiental vão garantir a sustentabiliade turística de cada polo e a adaptação dele às novas demandas”, sintetiza Eliane Brenner.

 

 

Fonte: Goiás Agora

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