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Destaque de Goiás na esfera nacional é tema de artigo

Atualizado em 05-12-2016 15:19h
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Presidente da GoiásFomento e diretor da ABDE, Henrique Tibúrcio destaca o ajuste fiscal feito pelo governo goiano em artigo no jornal O Popular.

 

Confira na íntegra: 

 

Complexo de Vira-lata

O jornalista e cronista Nelson Rodrigues disse, há quase 60 anos, que o brasileiro tem um complexo de vira-latas. Era 1958, ano de Copa do Mundo. Assim que a Seleção partiu para a competição, escreveu: “Nas esquinas, nos botecos, por toda parte, há quem esbraveje: ‘- O Brasil não vai nem se classificar! –‘ E, aqui, eu pergunto: - não será esta atitude negativa o disfarce de um otimismo inconfesso e envergonhado? ”
Trago a frase do autor para os dias atuais e, tomadas as devidas proporções, traço um paralelo entre a situação de Goiás e dos demais estados brasileiros. Temos que aprender a nos orgulhar do que é nosso, do que fazemos bem feito. Vivemos uma situação bem mais tranquila, se comparamos com outros, como o Rio de Janeiro, por exemplo, onde o governo decretou Estado de Calamidade devido à grave crise financeira, deixou de pagar o funcionalismo e cumprir com suas obrigações. 
Em Goiás, o governo se antecipou e, hoje, apesar da desaceleração da economia em grande parte do Brasil, é um dos poucos com equilíbrio fiscal, pagamento do funcionalismo em dia e com números positivos. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) acaba de mostrar que quase cinco mil postos de trabalho foram gerados aqui de janeiro a outubro deste ano. No ano passado, com base nos dados do Ministério do Trabalho e Emprego, sites divulgaram uma lista com 30 cidades geradoras de vagas. Além de Goiânia, a única capital a compor a lista, estavam Cristalina, Goianésia e Inhumas.
A GoiásFomento, Agência criada há 16 anos para fomentar o empreendedorismo, tem dado sua contribuição. Em todo este tempo, já atendeu mais de 20 mil empresas com alguma linha de crédito, liberando mais de R$ 581 milhões em financiamentos e gerando 57 mil empregos, somente com recursos próprios. 
Os números são resultado de um plano que incluiu Ajuste Fiscal, corte de gastos e readequações. Goiás não é uma ilha e não ficou isento dos reflexos da grave crise que assolou o País mas conseguiu entregar obras, manter as contas em dia e cumprir com seu ônus.   
Ninguém é obrigado a ser bairrista. Mas não precisamos subestimar o poder de Goiás, que é referência até para o Governo Federal, que várias vezes copiou programas daqui.
Ah, e em relação à Copa de 1958, relembro: jogando a final na Suécia, o Brasil ganhou dos anfitriões de 5 a 2, e levou a Taça do Mundo.

Henrique Tibúrcio

Presidente da GoiásFomento


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