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Agência reduz inadimplência e aumenta lucro

30-08-2017 11:02h

Os números  do balanço do primeiro semestre deste ano da GoiásFomento são positivos: entre outros, neste período houve um lucro líquido de R$ 1,3 milhão, valor que deverá aumentar ainda mais até o final do ano, já que só em Julho  houve lucro de outros R$ 2 milhões. A expectativa é de que chegue ao final deste ano com quase R$ 8 milhões de lucro. Os ganhos vêm crescendo desde o final do ano passado. Em agosto de 2016, havia um prejuízo de R$ 7,2 milhões. Ao assumir a gestão, Henrique Tibúrcio conseguiu reverter este quadro e, ao final de 2016, além de cobrir os R$ 7,2 milhões de prejuízo, ainda deixou lucro de R$ 533 mil.  

 

Também de janeiro a junho deste ano, mais de R$ 12 milhões foram desembolsados para empréstimos, contemplando 366 operações. A inadimplência de clientes, que no ano passado chegou a 22%, caiu agora para 10% (julho de 2017).  E entre os contratos firmados de agosto do ano passado para cá, a inadimplência está em torno de 1%. 

 

“Seguimos com rigor as recomendações do governador Marconi Perillo para conter gastos”, diz Tibúrcio. “Tomados uma série de medidas administrativas, como corte de pessoal e redução de despesas, reestruturamos a carteira de crédito, negociamos com devedores e estamos fortalecendo nossas parcerias com as prefeituras do interior, que nos ajudam a divulgar as linhas da GoiásFomento em todo o Estado”. 

 

Tibúrcio destaca a responsabilidade social da Agência, que empresta a juros inferiores aos de mercado e com prazos maiores a empresários, com foco nos micro e pequenos empreendedores. “Sabemos que os pequenos negócios respondem por grande parte da economia de um país, de um estado. Ao apoiar economicamente o pequeno empresário e o empreendedor individual, a GoiásFomento colabora para que  Goiás continue sendo destaque na geração de vagas de trabalho em todo o País”.    

 

Desde 2000, quando efetivamente começou a funcionar, a GoiásFomento emprestou para mais de 21 mil empresas/microempreendedores em todo o estado. Foram mais de R$ 594 milhões em financiamentos.  Como resultado, em torno de 51 mil empregos foram gerados pelas empresas/microempreendedores contemplados com alguma linha de crédito.

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